12 de dezembro de 2017

MST promete guerra civil em caso de prisão de Lula

À medida que cresce a força de Lula no seio do eleitorado brasileiro cresce, também, a perseguição movida contra ele pela Operação Lava-Jato e pela mídia golpista. 



Os seus perseguidores, que perderam a vergonha e os escrúpulos nessa cruzada insana destinada a tirá-lo de circulação, não se conformam por não terem encontrado, em mais de dois anos de investigações, nada que pudesse incriminá-lo e, por isso, agarram-se a qualquer coisa, como pedalinhos, canoa de lata e até recibos de aluguel para justificar a sua condenação e prisão. 

Estão desesperados porque a operação executada para destruí-lo, com a decisiva participação de parte do Judiciário, do Ministério público, da Policia Federal e da mídia não produziu os efeitos desejados e ele continua em ascensão, conforme atestam as pesquisas de intenção de votos. O povo, na verdade, que o apontou como o melhor presidente deste país nos últimos tempos, já reconheceu que ele é vítima de perseguição e, portanto, nada mais do que fizerem ou disserem contra ele terá crédito.

Essa história dos recibos de aluguel de um apartamento vizinho ao de Lula, em São Bernardo do Campo, é o mais novo capítulo da perseguição, onde Sergio Moro parece muito mais advogado de acusação do que propriamente juiz. O magistrado de Curitiba, aliás, habituado a não ser contestado em suas ações – já são conhecidas suas crises de autoridade quando chega a gritar com os advogados de defesa do líder petista – não está preocupado com o que possam pensar do seu comportamento na condução do processo contra o ex-presidente operário. 

Até hoje intocável, com as costas quentes da Globo, ele segue ignorando alguns pleitos da defesa e tomando decisões criticadas por juristas, sem importar-se com as repercussões nas redes sociais, porque a mídia, que o transformou em celebridade, não divulga nada que possa prejudicar a sua imagem. Um dos magistrados que atuou na Operação Mãos Limpas, da Itália, onde Moro se inspirou para a criação da Operação Lava-Jato, Gherardo Colombo, disse que lá em seu país o juiz de Curitiba não faria o que faz aqui com Lula.