Pular para o conteúdo principal

Se colocarem meu pai na cadeia vou mandar colocar fogo no Brasil, ameaça Lulinha

Não é preciso pensar muito para enxergar o lado ruim da operação marqueteira e golpista da Polícia Federal apelidada de “triplo x”, em alusão à instrumentalização golpista da compra não concretizada de um imóvel de três pisos pela família do ex-presidente Lula. Esse tipo de imóvel, como se sabe, é conhecido como “triplex”. Daí o nome da operação da PF.



Filho de Lula usa as redes sociais para ameaçar e deixar de plantão o MST e demais grupos ‘patrocinados’ pelo PT com a seguinte determinação: “Se colocarem meu pai na cadeia vou mandar tacar fogo no Brasil, vou fazer o diabo nesse país”

Isso se deu após a ultima operação realizada pela Policia Federal ,a escolha do nome da operação escancara objetivos políticos de uma instituição que deveria primar pela circunspeção e pela objetividade, e isso é ruim. Apelidada de “operação triplo x”, a investigação da PF já apresenta conclusão antes mesmo de começar a atuar.

Como foi dito aqui outras vezes, o combate à corrupção deve, sim, ser comunicado à sociedade, pois é através do exemplo punitivo a quem delinque que se irá inibir planos delitivos futuros. Porém, só deve ter publicidade a investigação concluída.

Identificado o lado negativo da operação policial, vale refletir que ela tem um lado bom.

Mas como é possível que o uso de recursos públicos para guerra política possa ter um lado positivo? Bem, dentro do contexto, o que é bom é que a iniciativa da PF eliminou uma dúvida que remanescia, sobre se os que comandam a Lava Jato visam, mesmo, tão-somente destruir a carreira política de Lula.

Agora ficou claro, de uma vez por todas, que a captura de Lula e sua anulação política é o grande prêmio que buscam a Operação Lava Jato e seus mentores, os quais, claro, não estão dentro, mas fora da Polícia Federal, sendo agentes político-econômicos.

Essa realidade tornar-se conhecida foi bom, pois desencadeou planos de contra-ofensiva que grupos políticos do entorno de Lula, do PT e do governo Dilma julgavam precipitados, pois duvidavam de que a prisão de Lula fosse, mesmo, um objetivo.

Postagens mais visitadas deste blog

Sergio Moro pede apoio do povo brasileiro e diz que vai até o fim

O aniversário de 44 anos do juiz Sergio Moro nesta segunda-feira (1º) tem movimentado as redes sociais, principalmente entre os apoiadores da Operação Lava Jato e do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). 



O Movimento Avante Brasil, um dos organizadores das manifestações de 2016, prepara um “Twittaço” para esta segunda, às 18h.

Os protestos deste domingo (31) anteciparam as comemorações. Os manifestantes cantaram parabéns para o magistrado, responsável pelos processos na primeira instância.

A hashtag #FelizAniversarioMoro já é bastante publicada no Twitter na manhã desta segunda-feira. As mensagens se revezam entre agradecimentos, pedidos de prisão, “indiretas” e apelos ao “herói do povo brasileiro”.

ONU rejeita pedido de Lula para sair da prisão

O Comitê de Direitos Humanos daONU rejeitou nesta terça-feira a solicitação da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para que este órgão ditasse uma medida cautelar a seu favor para evitar que permaneça preso.



“Para que se peça a um Estado que se estabeleçam medidas cautelares se deve demonstrar que este está violando de forma irreparável alguns dos preceitos do Pacto e, se baseando na informação que Lula apresentou ao Comitê, não se demonstrou que estivesse em risco de sofrer um dano irreparável”, disse em declarações à Agência Efe uma das integrantes do Comitê, Sarah Cleveland.

A solicitação dos advogados a este órgão da ONU incluía um pedido para que o governo brasileiro impedisse o ingresso de Lula na prisão até que se esgotassem todos os recursos jurídicos, embora o ex-presidente esteja preso desde o último mês de abril.

90% dos juízes apoiam plea bargain de Moro

Pesquisa 'Quem somos. A magistratura que queremos', realizada pela Associação dos Magistrados Brasileiros, revela que a grande maioria de toga declara-se favorável ao sistema de transação penal que ministro da Justiça incluiu no pacote com alterações em 14 leis levado ao Congresso na semana passada.



Cerca de 90% dos magistrados brasileiros apoiam o plea bargain, acordo penal usado em larga escala nos Estados Unidos e defendido pelo ministro da Justiça Sérgio Moro, o ex-juiz federal da Operação Lava Jato. A informação consta de pesquisa realizada pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), maior e mais influente entidade de classe que reúne em torno de 15 mil juízes de todo o País. A toga faz uma ressalva: endossa o plea bargain ‘desde que haja participação dos juízes’ nos acordos.

A pesquisa da AMB, rotulada ”Quem somos. A magistratura que queremos’, é um consolidado das cerca de 4 mil respostas ao questionário enviado a magistrados brasileiros, ativos e inativos, e aos m…

O recado de Donald Trump a Jair Bolsonaro

O presidente do Estados Unidos, Donald Trump, mandou recado a Jair Bolsonaro no momento em que o capitão tomava posse aqui no Brasil. "Parabéns ao presidente Jair Bolsonaro, que acabou de fazer um grande discurso de posse. Os Estados Unidos estão com você!,"publicou Trump no Twitter.



Logo em seguida, Bolsonaro respondeu: 

"Senhor Presidente Trump, agradeço suas palavras de apoio. Juntos, sob a proteção de Deus,  traremos mais prosperidade e progresso para nossos povos!"

Lula é extinto da vida política, TRF4 rejeita recurso final do ex-presidente

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) rejeitou o último recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contra a sua condenação em segunda instância a 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. 



Com isso, está encerrado o processo do ex-presidente no TRF4, podendo o petista apelar apenas às cortes superiores.

Os chamados “embargos dos embargos” contestavam pontos do julgamento do último dia 24 de janeiro, quando a condenação definida na primeira instância pelo juiz Sergio Moro foi mantida e as penas foram aumentadas. 

Para a defesa, esses itens não haviam sido devidamente avaliados pelos desembargadores João Pedro Gebran, Leandro Paulsen e Victor Laus durante o julgamento dos embargos de declaração, no mês passado.