Sem sindicatos, caminhoneiros declaram greve pela saída de Dilma Rousseff

Claramente, há dois movimentos de caminhoneiros no Brasil.

Os com sindicatos que vivem ameaçando greve e depois abrem as pernas diante da primeira 'oferta' do governo.

E os que não tem sindicatos, aqueles que organizaram o primeiro protesto de 2015 e que não se dobram facilmente.

Com o Slogan: 'agora é pelo Brasil', os caminhoneiros liderados por Ivar Luiz Schimdt, prometem fechar rodovias e parar o Brasil de ponta a ponta, exigindo a saída de Dilma da presidência, em face do total descaso e dos descumprimento do que foi prometido no início do ano, após o fim da primeira greve geral de caminhoneiros. Resta saber se tal greve programada com semanas de antecedência vai vingar.

Abaixo segue a nota publicada pelo Comando Nacional do Transportes no Facebook:

Gostaríamos em nome de todos os transportadores desse país comunicar que a partir do dia 09/11/2015 iniciaremos uma nova paralisação nacional da categoria, apoiados dessa vez pelos movimentos sociais Vem Pra Rua, Revoltados Online, Avança Brasil Maçons BR e o Movimento Brasil Livre, a pauta conjunta é a RENUNCIA DA PRESIDENTE DILMA ROUSSEF e seus “gerentes”, para que possamos voltar a ter credibilidade aos olhos do mundo e recuperar nossa combalida economia destruída pela irresponsabilidade com o dinheiro do povo brasileiro, ou seja, nosso dinheiro. 

Essa decisão do nosso movimento se ampara, principalmente no fato de que o governo não atendeu reivindicações fáceis de serem atendidas, como por exemplo, a anulação das multas referentes a manifestação passada, bastando pra isso no máximo 15 minutos de boa vontade da Presidência e do Ministro da Justiça.


Provaram que não se importam com nossa categoria que já esta massacrada pelos exploradores dos grandes grupos multinacionais. Segue nossa pauta para o próximo governo:

1 – Que seja atendido nossa pauta entregue em Março na sua integralidade;
– Redução do óleo diesel,
– Criação do frete minimo,
– Anulação das multas nas nossas manifestações anteriores,
– Reserva de mercado de 40% nas cargas onde o governo é agente pagador,
– refinanciamento onde TODOS os bancos aceitem,
– Respeito as decisões do fórum do transporte que foi criado,
– Liberação de crédito com juros subsidiados no valor de 50.000,00 para transportadores autônomos.

2- Regulamentação da profissão de motorista:
– Aposentadoria com 25 anos de contribuição,
– Salario unificado em todo território nacional, bem como gratificações,

3- Fator previdenciário permanecer em 1% para as empresas de transporte de cargas.
Não nos negamos a contribuir com o país, mas queremos que o país também faça sua parte conosco, uma vez que somos a ÚNICA categoria nesse país que trabalhamos hoje, pelo mesmo valor de 10 anos atrás.

Informações: Ivar Luiz Schmidt, Lider do Comando Nacional do Transporte

Contribuam com nosso movimento:Ivar Luiz SchmidtCaixa econômica federalAg 0560Conta 17.245-0Operação 001
Posted by Comando Nacional do Transporte on Domingo, 25 de outubro de 2015
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