12 de dezembro de 2017

URGENTE: Julgamento de Lula é marcado para 24/JANEIRO

Nesta terça-feira 12, o Tribunal Regional Federal da 4ª região marcou para 24 de janeiro o julgamento em segunda instância do ex-presidente Lula sobre o caso do tríplex. Mais cedo, o desembargador Leandro Paulsen, havia pedido para a Corte marcar o julgamento.

O ex-presidente Lula

Em julho, Lula foi condenado por Sergio Moro a nove anos e meio de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro por supostamente obter benefícios irregulares da empreiteira OAS na forma de um apartamento no Guarujá.

O caso tem tramitado em tempo recorde no TRF4. Foram 42 dias entre a condenação por Moro e o início da tramitação do processo na segunda instância. Relator do processo, o desembargador João Pedro Gebran Neto, levou 36 dias para concluir seu voto. Revisor da ação, Paulsen finalizou seu voto em apenas seis dias úteis. Falta ainda o voto de Victor Laus, que completa a 8ª turma do tribunal.

MST promete guerra civil em caso de prisão de Lula

À medida que cresce a força de Lula no seio do eleitorado brasileiro cresce, também, a perseguição movida contra ele pela Operação Lava-Jato e pela mídia golpista. 



Os seus perseguidores, que perderam a vergonha e os escrúpulos nessa cruzada insana destinada a tirá-lo de circulação, não se conformam por não terem encontrado, em mais de dois anos de investigações, nada que pudesse incriminá-lo e, por isso, agarram-se a qualquer coisa, como pedalinhos, canoa de lata e até recibos de aluguel para justificar a sua condenação e prisão. 

Estão desesperados porque a operação executada para destruí-lo, com a decisiva participação de parte do Judiciário, do Ministério público, da Policia Federal e da mídia não produziu os efeitos desejados e ele continua em ascensão, conforme atestam as pesquisas de intenção de votos. O povo, na verdade, que o apontou como o melhor presidente deste país nos últimos tempos, já reconheceu que ele é vítima de perseguição e, portanto, nada mais do que fizerem ou disserem contra ele terá crédito.

Essa história dos recibos de aluguel de um apartamento vizinho ao de Lula, em São Bernardo do Campo, é o mais novo capítulo da perseguição, onde Sergio Moro parece muito mais advogado de acusação do que propriamente juiz. O magistrado de Curitiba, aliás, habituado a não ser contestado em suas ações – já são conhecidas suas crises de autoridade quando chega a gritar com os advogados de defesa do líder petista – não está preocupado com o que possam pensar do seu comportamento na condução do processo contra o ex-presidente operário. 

Até hoje intocável, com as costas quentes da Globo, ele segue ignorando alguns pleitos da defesa e tomando decisões criticadas por juristas, sem importar-se com as repercussões nas redes sociais, porque a mídia, que o transformou em celebridade, não divulga nada que possa prejudicar a sua imagem. Um dos magistrados que atuou na Operação Mãos Limpas, da Itália, onde Moro se inspirou para a criação da Operação Lava-Jato, Gherardo Colombo, disse que lá em seu país o juiz de Curitiba não faria o que faz aqui com Lula.

Igreja Universal é acusada de tráfico de crianças

Denúncia grave foi feita pela TVI, uma das maiores emissoras de televisão de Portugal.



Mais um escândalo na conta da Igreja Universal do Reino de Deus. Dessa vez, não se trata de charlatanismo, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, assédio moral ou mais uma santa chutada. A igreja do bispo Edir Macedo agora está envolvida em um escândalo fora do país. O motivo? Tráfico de crianças.

Tudo foi investigado, documentado e começa a ser apresentado para milhares de telespectadores em Portugal, lugar onde os supostos crimes aconteceram. É o início de uma possível devastadora denúncia que coloca Edir Macedo como um dos principais responsáveis de uma poderosa rede de tráfico de crianças.

Sérgio Moro quer recompensar quem denunciar corrupção e desvios de verba pública

O juiz Sergio Moro relatou nessa segunda-feira (27) ter sofrido “ataques sujos” durante a condução das investigações da Lava Jato. Sem citar nomes ou exemplos, o magistrado responsável pelos processos da operação em Curitiba disse que há tentativas de “diversionismo”, com ataques a quem investiga e julga. As reações, acredita, vêm do fato de que muitos dos crimes investigados foram praticados por políticos.

Sergio Moro

“Um lado negativo que, particularmente, eu não esperava foram alguns ataques sujos por conta, provavelmente, desses processos atuais envolverem crimes praticados por pessoas na política”, disse Moro, durante participação no fórum “Páginas amarelas ao vivo”, promovido pela revista “Veja” em São Paulo.

“Ao invés de eu discutir a minha responsabilidade, eu ataco as pessoas responsáveis pelos processos. Mas eu estou absolutamente tranquilo com as coisas que eu fiz”, afirmou o juiz. “Quanto a essas ofensas, tem um ditado: não se deve atirar uma pedra em todo cachorro que ladra. Eu não vou ficar me incomodando com mentiras”, disse.